Auditoria e diagnóstico de segurança viária
Pontos críticos, curvas perigosas, interseções com histórico de acidentes e travessias urbanas exigem diagnóstico objetivo antes e depois de qualquer intervenção. A Autocog usa visão computacional para medir comportamento real do tráfego: velocidade por classe, manobras de risco, conflitos veiculares, uso de faixa, compliance de sinalização e exposição de pedestres e ciclistas.
Por que importa para gestores rodoviários e urbanos
O Brasil acumula milhares de mortes em acidentes de trânsito por ano. Concessionárias rodoviárias, DERs, DNIT, prefeituras e a Polícia Rodoviária Federal trabalham para identificar segmentos críticos, planejar intervenções e medir o efeito real de cada ação. A metodologia do DNIT, descrita no Manual de Segurança Rodoviária e na metodologia para tratamento de acidentes em rodovias, parte da identificação de pontos críticos a partir de dados de acidentalidade.
O dado de acidente é importante mas chega tarde, depois do problema acontecer. A análise por visão computacional traz uma camada complementar: o comportamento real do tráfego antes que o acidente ocorra. Velocidade observada por classe veicular, ultrapassagens em local proibido, invasão de faixa, conflitos em interseções, uso de faixa exclusiva, exposição de pedestres em travessias e respeito a semáforo são medidas que podem ser extraídas do vídeo e usadas como leading indicators.
Essa camada apoia o diagnóstico de pontos críticos, a priorização de intervenções, o desenho do projeto e a verificação pós-implantação. A operação é em nuvem, escala para vários pontos e mantém uma trilha auditável em vídeo de cada evento detectado.
- Indicadores de comportamento real, antes do acidente acontecer.
- Análise de velocidade por classe e por intervalo do dia.
- Conflitos e quase-acidentes em interseções e travessias.
- Comparativo objetivo entre cenário antes e depois da intervenção.
Para quem é
Personas e equipes que usam visão computacional aplicada a tráfego nesse cenário.
Concessionárias rodoviárias
Operadoras com obrigação de tratar pontos críticos no contrato de concessão e demonstrar resultado das intervenções para a agência reguladora.
DNIT e DERs estaduais
Órgãos responsáveis por planejamento e execução de obras de segurança em malhas federais e estaduais, com necessidade de priorização baseada em evidência.
Prefeituras e Senatran
Municípios e a Secretaria Nacional de Trânsito que conduzem programas de segurança viária urbana e ações alinhadas a Visão Zero.
Polícia Rodoviária e operações de diagnóstico
Operações como mapeamento de pontos críticos da PRF que precisam de dados objetivos de comportamento de tráfego em segmentos selecionados.
Consultorias e engenharia de tráfego
Equipes contratadas para auditoria de segurança viária, projetos de adequação geométrica, sinalização e intervenções de baixo custo.
Pesquisa acadêmica
Universidades e laboratórios que estudam acidentalidade, comportamento de tráfego e efetividade de medidas de segurança.
Como a Autocog aplica IA e visão computacional
A Autocog é um software SaaS de processamento de vídeo por IA. O órgão, a concessionária ou a consultoria captura o vídeo do segmento em estudo (CFTV de monitoramento existente, câmeras IP, câmeras temporárias ou drones) e envia para a plataforma. A conexão com câmeras IP em tempo real também é suportada, para acompanhamento contínuo.
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Definição do segmento e dos indicadores (pelo cliente)
Escolha do ponto crítico ou trecho a investigar e definição dos indicadores relevantes: velocidade real, ultrapassagens, invasões de faixa, conflitos em interseção, exposição de pedestres e ciclistas.
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Captura de vídeo (pelo cliente)
No envio de vídeo, o mais comum, o cliente grava o material em campo com câmeras temporárias, drones ou CFTV existente e envia os arquivos para a plataforma. Na conexão com câmeras IP em tempo real, câmeras fixas mantêm cobertura contínua, incluindo cenários noturnos com modelos infravermelho.
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Detecção e tracking por IA (Autocog)
Modelos de visão computacional acompanham cada veículo, motociclista, ciclista e pedestre, mantendo trajetória completa pelo quadro da câmera para análise comportamental.
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Análise de conflitos e quase-acidentes (Autocog)
Métricas de tempo para colisão, frenagens bruscas, sobreposição de trajetória e ultrapassagens em local proibido são extraídas automaticamente, dando visibilidade a eventos que normalmente passam sem registro.
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Entrega do diagnóstico
Planilha Excel formatada com indicadores agregados em janelas típicas de 15 minutos, hora, classe, sentido e tipo de manobra, acompanhada de clipes de vídeo curtos por evento detectado para revisão técnica.
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Comparativo pré e pós intervenção
Mesma metodologia aplicada antes e depois da obra de segurança, com diferencial estatístico calculado e evidência em vídeo do efeito real da intervenção.
Entregáveis para o diagnóstico de segurança
O time de engenharia recebe um relatório técnico baseado em comportamento real, com detalhe suficiente para sustentar projeto, defesa orçamentária e demonstração de resultado. A entrega cobre indicadores quantitativos, evidência em vídeo e séries temporais.
- Distribuição de velocidade por classe e por horário, com agregação típica de 15 minutos.
- Contagem e localização de manobras de risco.
- Eventos de quase-acidente com clipe de vídeo de evidência.
- Indicadores de exposição de pedestres e ciclistas.
- Mapas de calor de conflitos por ponto.
- Comparativo antes e depois da intervenção, em planilha Excel formatada.
Diferenciais para esse caso
- Análise de leading indicators, antes do acidente acontecer.
- Cobertura de usuários vulneráveis: pedestres, ciclistas e motociclistas.
- Trilha de evidência em vídeo, com privacidade preservada.
- Comparativo objetivo pré e pós obra, sustentando relatório de efetividade.
- Reaproveitamento das câmeras de CFTV ou monitoramento já existentes do cliente.
- Envio de vídeo para diagnósticos rápidos, sem instalação fixa.
Tecnologias e modelos de IA aplicados
Funcionalidades da plataforma combinadas para entregar esse caso.
Perguntas frequentes
Como vocês medem velocidade real sem radar homologado?
A estimativa de velocidade combina tracking por visão computacional com calibração de campo do quadro da câmera. Para fins de diagnóstico de segurança e leading indicator, a precisão é suficiente para identificar excessos sistemáticos. Para autuação de trânsito, é preciso usar equipamento metrológico homologado, que a Autocog não substitui.
Conseguem detectar manobra de risco como ultrapassagem em local proibido?
Sim. O modelo de tracking acompanha a trajetória do veículo, e regras espaciais por ponto identificam invasão de faixa contínua, ultrapassagem em local proibido e mudanças bruscas de pista. Cada evento gera um clipe de vídeo curto para revisão técnica.
É possível medir o efeito real da intervenção?
Sim. A metodologia compara o mesmo conjunto de indicadores antes e depois da obra, no mesmo ponto e em períodos comparáveis. Isso ajuda a sustentar relatórios de efetividade junto à concessionária, ao DNIT, ao DER e à prefeitura.
A análise cobre pedestres e ciclistas?
Sim. Os modelos de detecção identificam pedestres, ciclistas e motociclistas, gerando indicadores de exposição em travessias, conflitos em interseções e respeito à sinalização específica.
E quanto à privacidade, vocês identificam pessoas?
Não. O pipeline trabalha com detecção e classificação genérica, sem reconhecimento facial e sem leitura de placa quando não autorizada. A trilha de auditoria preserva a evidência sem expor dados pessoais.
Funciona à noite e em rodovias sem iluminação?
Sim. Modelos específicos para câmeras infravermelho cobrem cenários noturnos. Como acidentes graves concentram em horários de baixa visibilidade, essa cobertura é especialmente importante para o diagnóstico.
Pronto para aplicar visão computacional ao seu caso?
Conte o seu cenário em uma reunião curta. A gente avalia se a Autocog encaixa e qual o melhor formato de captura, processamento e entrega.