EVTEA e estudos de viabilidade rodoviária
EVTEA, projetos básicos, projetos executivos e estudos de capacidade dependem de dados de tráfego confiáveis: Volume Médio Diário (VMD), Volume Hora de Pico (VHP), composição por classe DNIT, número de eixos para cálculo do Número N de pavimento e pesquisa Origem–Destino. A Autocog gera esses dados a partir de vídeo, com IA e visão computacional, em prazo de campanha curto e custo previsível.
Por que importa para projetos rodoviários
O EVTEA é a base técnica de qualquer intervenção significativa na malha rodoviária brasileira: novas duplicações, terceiras faixas, contornos, viadutos, restauração estrutural, alargamentos e leilões de novos lotes. A metodologia segue o Manual de Estudos de Tráfego do DNIT/IPR e a instrução IAR-02 do DNIT, com requisitos claros de coleta, classificação, projeção de demanda e cálculo de capacidade.
Tradicionalmente, o levantamento de tráfego para um EVTEA envolve equipes de campo com pranchetas, contadores manuais, laços indutivos provisórios e pesquisas de papel para origem e destino. Isso gera prazos longos, viés de operador, janelas curtas de coleta e custo elevado de logística, especialmente em trechos extensos com vários pontos de contagem.
Com IA aplicada a vídeo, a coleta passa a ser contínua, multipontos e auditável. Câmeras instaladas em postes, drones em campanhas curtas ou câmeras já presentes no trecho alimentam modelos de detecção, classificação e tracking que extraem volume, classe DNIT, número de eixos, velocidade média e trajetos.
- Aderência ao padrão DNIT/IPR e à instrução IAR-02.
- VMD, VHP, fator de hora-pico, composição por classe e por número de eixos.
- Dados base para cálculo do Número N de pavimento (DNIT).
- Pesquisa Origem–Destino por tracking, sem entrevistas em campo.
- Custo previsível e prazo de campanha mais curto.
Para quem é
Personas e equipes que usam visão computacional aplicada a tráfego nesse cenário.
Consultorias rodoviárias
Empresas contratadas para EVTEA, projetos básicos e executivos junto a DNIT, DERs e concessionárias.
Departamentos estaduais (DERs)
Equipes técnicas de planejamento que conduzem ou supervisionam estudos de viabilidade em rodovias estaduais.
Engenharia de tráfego
Profissionais que calculam capacidade, nível de serviço e dimensionamento estrutural com base na composição de tráfego.
Equipes de leilão e estruturação
Bancos, fundos e estruturadoras que precisam validar projeções de demanda em estudos de viabilidade pré-leilão.
Análise socioeconômica
Equipes que combinam dados de tráfego com cenários de crescimento regional para construir taxas de evolução.
Concessionárias em fase de outorga
Operadoras que precisam atualizar a base de tráfego herdada antes de relicitação ou prorrogação contratual.
Como a Autocog aplica IA e visão computacional
A Autocog é um software SaaS de processamento de vídeo por IA. A consultoria ou o órgão captura o vídeo em campo (câmeras IP, action cams, drones, câmeras temporárias) e envia para a plataforma. A conexão com câmeras IP em tempo real também é suportada, para janelas longas de operação contínua.
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Definição da área de influência (pelo cliente)
A equipe de projeto escolhe os pontos de contagem, incluindo trechos da rodovia, acessos, entroncamentos e zonas de interesse para o estudo de movimentos.
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Captura de vídeo multi-ponto (pelo cliente)
No envio de vídeo, o mais comum, a equipe de campo grava o material com action cams, câmeras temporárias ou drones nos pontos definidos e envia os arquivos para a plataforma. Na conexão com câmeras IP em tempo real, câmeras fixas operam em paralelo nos pontos definidos. Janelas de coleta de poucas horas a meses, com calendário ajustado à sazonalidade do trecho.
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Detecção, classificação e tracking por IA (Autocog)
Modelos de visão computacional identificam cada veículo, classificam pela silhueta no padrão DNIT, contam eixos no padrão PNCT, estimam velocidade e mantêm ID persistente para fechar matrizes Origem–Destino.
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Cálculo de VMD, VHP e composição (Autocog)
Os dados são agregados em janelas típicas de 15 minutos, hora, dia, mês, sentido e classe veicular, com geração de Volume Médio Diário (VMD), Volume Hora de Pico (VHP), fator de hora-pico, composição percentual e o detalhe por número de eixos para alimentar o cálculo do Número N de pavimento.
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Pesquisa Origem–Destino (Autocog)
Combinação dos eventos de detecção em diferentes câmeras para reconstruir trajetos e produzir matrizes OD por classe, sem necessidade de entrevistas presenciais.
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Relatório técnico
Planilha Excel formatada com tabelas, séries e composições no formato esperado pela instrução DNIT/IAR-02 e por consultorias rodoviárias, com trilha de auditoria por veículo.
Entregáveis do estudo
O time de projeto recebe os dados em planilha Excel formatada conforme o esperado pelo termo de referência, sem necessidade de retrabalho de tabulação ou cruzamento manual. O conteúdo é organizado para uso em ferramentas de simulação de tráfego e em dimensionamento estrutural.
- VMD, VMDA, VHP, fator de hora-pico, composição por classe e por eixo.
- Séries em janelas de 15 minutos, hora, dia e mês por sentido e por ponto.
- Matrizes Origem–Destino por classe veicular.
- Velocidade média e distribuição por classe.
- Planilha Excel padronizada, organizada para uso em ferramentas de simulação de tráfego.
- Vídeo de evidência por amostragem para auditorias e revisões.
Diferenciais para esse caso
- Coleta multi-ponto em paralelo, com prazo de campanha curto e logística enxuta.
- Sem instalação de laços provisórios, redução de custo de campo e risco de obra.
- Pesquisa Origem–Destino por visão computacional, sem entrevistas com motoristas.
- Mesmo pipeline gera volume, classe DNIT, eixos PNCT, velocidade e OD.
- Auditoria veículo a veículo para fundamentar laudos junto ao DNIT e DERs.
- Reaproveitamento de campanhas para projetos futuros e revisões periódicas.
Tecnologias e modelos de IA aplicados
Funcionalidades da plataforma combinadas para entregar esse caso.
Perguntas frequentes
Os dados aderem ao padrão DNIT e à instrução IAR-02?
Sim. As tabelas de Volume Médio Diário, composição por classe e número de eixos são geradas conforme o Manual de Estudos de Tráfego do DNIT/IPR, e podem ser exportadas no formato esperado pelas instruções do DNIT e pelos termos de referência típicos de DERs estaduais.
Funciona para EVTEA de novos lotes em concessão?
Sim. Para projetos de outorga e relicitação, a Autocog cobre tanto a base atual de tráfego quanto a coleta de campanhas curtas para validar a herança de dados, com auditoria em vídeo para sustentar o due diligence financeiro e técnico.
Como vocês fazem pesquisa Origem–Destino sem entrevistas?
A pesquisa OD por visão computacional combina os eventos de detecção em diferentes câmeras posicionadas no trecho de estudo, mantendo um ID persistente por veículo. Isso permite reconstruir trajetos completos e fechar a matriz OD por classe, sem parar o tráfego nem aplicar entrevistas manuais.
Em quanto tempo recebemos os primeiros números?
Para campanhas curtas em poucos pontos, dias após a coleta. Para EVTEAs grandes com dezenas de pontos e janelas longas, o cronograma é alinhado ao escopo do projeto, mantendo entregas parciais por trecho.
É possível reaproveitar a coleta para um projeto futuro?
Sim. O dado bruto fica preservado e pode ser reprocessado com novos modelos ou recortado para outras zonas. Concessionárias usam isso para alimentar revisões periódicas de tráfego sem nova ida a campo.
Funciona em rodovias com pista simples e iluminação fraca?
Sim. Câmeras infravermelho cobrem cenários com baixa luminosidade, e o pipeline tem versões do modelo treinadas para condições adversas. A campanha inclui calibração inicial para cada ponto.
Pronto para aplicar visão computacional ao seu caso?
Conte o seu cenário em uma reunião curta. A gente avalia se a Autocog encaixa e qual o melhor formato de captura, processamento e entrega.